Missão Urbana

União Central Brasileira

Centros de Influência

Instituto Base Gênesis de Desenvolvimento Humano

É o mais novo Centro de Influência da cidade de São Paulo. Localizado no ponto central dessa metrópole, na Praça da Sé, O Instituto Base Gênesis visa unir iniciativas para o desenvolvimento humano e acolher as diversas tribos, raças, nações que buscam apoio nessa cidade.

Você tem um projeto voluntário que acha interessante ser desenvolvido em São Paulo? Entre em contato conosco. Nosso trabalho é viabilizar o seu projeto e assim influenciar a vida de muitas pessoas.

Endereço: Praça da Sé, 28 – 1o andar, São Paulo/SP – Cep: 01001-100

Telefone: (11) 2129-2626

Facebook: Instituto Base Gênesis

Confira a matéria: Centro de influência na Praça da Sé vai ajudar até refugiados

De onde vem o conceito de Centros de Influência?

Ellen White teve uma visão para “estabelecer em todas as nossas cidades pequenas instalações que se tornem centros de influência.” Conselhos So-bre Saúde, p. 481

O que é um Centro de Influência?

Centros urbanos holísticos que servem para ajudar a satisfazer as necessi-dades da comunidade. Ellen White conjeturava os centros de ministério que incluiriam instrução no estilo de vida, centros de tratamento, salas de leitura, restaurantes, colportagem, palestras, instrução a respeito de como preparar alimentos saudáveis, etc.

Hoje os Centros de Influência podem ter aspecto diferente e oferecer ser-viços e ministérios diferentes, mas o princípio permanece o mesmo – conectar-se às necessidades das pessoas.

Ao fazer isso, eles estão modelando a abordagem de Jesus. Ellen White resume isso em cinco passos:

  1. O Salvador misturava-Se com os homens como uma pessoa que lhes desejava o bem.
  2. Manifestava simpatia.
  3. Ministrava-lhes às necessidades.
  4. Granjeava-lhes a confiança.
  5. Ordenava então: ‘Segue-Me.’” (A Ciência do Bom Viver, p. 143).

Qual é a exposição de motivos para os Centros de Influência?

Ellen White se opunha ao estabelecimento de grandes instituições urbanas atando os recursos da igreja e pessoal em apenas alguns poucos lugares. Antes ela cria que o ministério urbano deveria ser distribuído entre muitos centros para alcançar as comunidades urbanas. “É pelas relações sociais que a religião cristã entra em contato com o mundo”, ela escreveu (A Ci-ência do Bom Viver, p. 486). Os Centros de Influência criam oportunida-des para estabelecer esse tipo de contato. Ela também instou que os adven-tistas se empenhassem por estar onde poderiam estar em contato direto com os necessitavam de ajuda. Novamente, os Centros de Influência são uma forma para que esse contato seja feito.

A igreja pode ser um Centro de Influência urbano?

Plenamente. Se estiver localizada em uma área urbana pode ser uma fonte para o ministério fundado na comunidade. Naturalmente, para muitas pessoas nas comunidades urbanas hoje, as quatro paredes da igreja são uma barreira difícil de ser transpassada. Mas as igrejas podem prover o funda-mento no qual alcançar a comunidade e satisfazer as pessoas onde estive-rem.

Infelizmente, muitas igrejas tendem a dedicar mais tempo e recursos focando nas necessidades interiores em vez de na comunidade. É importante se empenhar por nutrir espiritualmente os membros atuais da igreja, mas deveria a maior parte de nossos recursos ser gasta para dar-nos mais conforto? A igreja que segue o método de Cristo estará focada no exterior, treinando e inspirando os membros da igreja a se misturarem, a mostrarem simpatia, a satisfazerem as necessidades, a conquistarem a confiança e a convidarem as pessoas a seguirem a Jesus (A Ciência do Bom Viver, p. 143).

Que tipo de edifício o Centro de Influência requer?

Em algumas partes do mundo, pode apenas ser uma sala alugada no centro da cidade. Em outras, pode ser algo mais sofisticado. E ainda em outros lugares, pode ser o salão da igreja. O formato ou tamanho do centro não é tão importante, desde que proveja uma plataforma para alcançar e satisfa-zer as necessidades da comunidade local.
O que a Igreja Adventista do Sétimo Dia está fazendo para estabele-cer Centros de Influência?
O Departamento da Missão Adventista está trabalhando para ajudar a es-tabelecer uma rede de centros de influência, autossustentáveis, em áreas urbanas-chave ao redor do mundo. Eles terão a mesma marca, serão regi-dos pelos mesmos princípios espirituais teológicos, mas variarão no formato, tamanho e sofisticação. Sua aparência, estilo e condição serão moldados pelas situações locais; não obstante, a filosofia e os princípios operativos serão consistentes.
Esses centros terão o alvo de se tornarem autossuficiente financeiramente e, onde possível, estarão associados a algum tipo de empreendimento lucrativo tal como clínica médica ou dentária. Deverão utilizar os obreiros adventistas locais, os pioneiros da Missão Global e voluntários. Formarão sociedade com os departamentos, instituições e organizações leigas da igreja.

Embora sua função principal seja lançar a semente, estarão ligados aos pe-quenos grupos e às iniciativas de plantio de igrejas. Devem ser projetos locais de longo prazo.

Quem irá dirigir os centros?

Na maioria dos casos, esses centros serão dirigidos pelas igrejas locais, missões e associações. O alvo é ter pastores, departamentos da igreja, instituições, serviços e agências, pioneiros da Missão Global, voluntários e outros leigos e ministério de apoio trabalhando lado a lado. De acordo com a Pesquisa Mundial Adventista, a correlação mais elevada do crescimento da igreja ao redor do mundo é o envolvimento comunitário. Infelizmente, menos de 30% dos adventistas estão atualmente envolvidos, de alguma forma, em sua comunidade.

Os membros da igreja muitas vezes se sentem frustrados com a falta de oportunidades para servirem no ministério. Os Centros de Influência pro-veem oportunidade para o envolvimento de forma adequada a seus dons e interesses. Um empresário da igreja talvez nunca pregue um sermão evangelístico, mas pode conduzir seminários sobre administração financeira. Os jovens podem prover jogos e atividades para as crianças da comunida-de, durante algumas horas por semana. Os Centros de Influência provêem espaço para oportunidades de ministério urbano abrangentes.

Chamado para Centros de Influência

Ellen White diz que nas grandes cidades há certas classes de pessoas “que não podem ser alcançadas pelas reuniões públicas” Os centros holísticos de ministério advogados por Ellen White têm por objetivo conectar a igreja às necessidades da comunidade.

A Sra. White visionava esses centros apresentando uma ampla variedade de atividades tais como instrução no estilo de vida, centros de tratamento, restaurantes e pequenos grupos. Obviamente as atividades específicas desses centros variarão de lugar para lugar, de acordo com as necessidades da comunidade.

O OBJETIVO PRINCIPAL DOS CENTROS DE INFLUÊNCIA É SEGUIR O MÉTODO DE MINISTÉRIO HOLÍSTICO DE JESUS. ELLEN WHITE DIZ: “É PELAS RELAÇÕES SOCIAIS QUE A RELIGIÃO CRISTÃ ENTRA EM CONTATO COM O MUNDO.” ESSES CENTROS AJUDARÃO A FACILITAR ESSE CONTATO.

Pastores e membros da igreja que ajudam a dirigir os Centros de Influên-cia são chamados a um ministério especial e especializado. Eles devem ser “um centro de santa influência.” Necessitam de dons espirituais diferentes dos do evangelista público, ou daqueles acostumados a trabalhar somente com os métodos tradicionais. Eles devem ser pessoas imersas na Palavra de Deus, mas não necessariamente grandes pregadores. Aqueles que traba-lham nos Centros de Influência serão dotados um a um e no ministério pessoal do pequeno grupo.

Os Centros de Influência pedem por pastores e leigos dedicados e preparados para moldar seu ministério de acordo com 10 princípios vitais.

DEZ PRINCÍPIOS DO MINISTÉRIO DO CENTRO DE INFLUÊNCIA

1. Não ser preconceituoso
“Paulo não se aproximava dos judeus de maneira a despertar-lhes os preconceitos”, escreve Ellen White. Ela fala dos obreiros que “têm fechado portas pelas quais, com outra maneira de agir, poderiam ter encontrado acesso a corações.” E acrescenta que os ministros devem “ganhar almas, não repeli-las.”

OS CENTROS DE INFLUÊNCIA DESTINAM-SE A ROMPER MUROS E BARREIRAS – NÃO ERGUÊ-LOS. DESTINAM-SE A CONECTAR E NÃO A ALIENAR.

“A obra que Cristo veio fazer em nosso mundo, não foi erguer barreiras, nem lançar constantemente em rosto ao povo o fato de que se acham em erro”, diz a Sra. White. “Aquele que espera esclarecer um povo iludido, deve-se aproximar dele, e por ele trabalhar com amor.”

Os Centros de Influência necessitam especialmente de obreiros dotados no construir pontes entre as culturas, línguas e religiões.

2. Encontrar as pessoas onde elas estão
“Muitos não compreendem a necessidade de se adaptarem às circunstân-cias, e ir ao encontro do povo”, diz a Sra. White. Ela insta pela paciência e compreensão para com pessoas de diferentes antecedentes e cuja vida es-tá em desarmonia com a vontade de Deus. “Os pastores devem ter cuidado em não exigir demasiado dos que se encontram ainda às apalpadelas nas trevas do erro”, ela diz. Jesus modelou como necessitamos encontrar as pessoas onde elas estão, antes de podermos ajudar a levá-las aonde Deus quer que estejam.

3. Avançar lenta e cuidadosamente
Inicialmente, Paulo não disse aos judeus que deveriam crer em Jesus de Nazaré, afirma Ellen White: “ Levava seus ouvintes passo a passo”. Não deveríamos buscar métodos rápidos e resultados instantâneos, ou colocar elevadas expectativas e dificuldades sobre os que estão buscando a verda-de espiritual. A Sra. White insta que os plantadores de igrejas “não devem criar dificuldades tentando salientar a questão do regime.

OS CENTROS DE INFLUÊNCIA SÃO, COMO O NOME INDICA, LUGARES PARA INFLUENCIAR. ELES PROVEEM AMPLA ESTRUTURA PARA A OBRA DO ESPÍRITO SANTO, NO SEU RITMO, PARA TOCAR E TRANSFORMAR A VIDA DAS PESSOAS.

4. Adaptar a mensagem à audiência
Ellen White diz que o apóstolo Paulo variava “sua maneira de trabalhar, adaptando sua mensagem às circunstâncias em que se achava.” Ela acrescenta, “Os obreiros de Deus devem ser homens de múltiplas facetas; […].Não devem ser homens apegados a uma só ideia, estereotipados em sua maneira de agir, incapazes de ver que sua defesa da verdade deve vari-ar segundo a espécie de pessoas entre as quais trabalham, e as circunstân-cias que se lhes deparam.”

Os Centros de Influência necessitam de obreiros que não temam trabalhar de forma diferente, ser criativos e trabalhar fora de um esquema estabelecido. A verdade não muda. Mas a forma de moldá-la, ajustá-la e apresentá-la deve mudar de acordo com nossa audiência. Isso exige muita oração e renovação de pensamento de todos os envolvidos nos Centros de In-fluência.

5. Usar diversos métodos
O “obreiro de Deus deve estudar cuidadosamente métodos melhores,” es-creve Ellen White. Ela acrescenta, “Conjuntamente com a proclamação da mensagem em cidades grandes, há muitas espécies de trabalho a ser efetuado por obreiros de vários dons. Uns devem trabalhar de um modo, outros de outro.”

OS CENTROS DE INFLUÊNCIA PROVEEM FLEXIBILIDADE A FIM DE OFERECER SERVIÇOS E MINISTÉRIOS CONECTADOS ÀS NECESSIDADES ESPECIAIS.

Em algumas áreas, a maior necessidade pode ser prover cuidados para cri-anças de mães que criam os filhos sozinhas, que necessitam ajuda e apoio. Ou pode ser prover aconselhamento a respeito de como fazer orçamento e tomar decisões financeiras sensatas. Ou pode ser cursos de culinária saudável e não onerosa. Os obreiros necessitam ser flexíveis e adaptáveis para satisfazer às necessidades em determinada região. Isso envolve compreender sua comunidade. Assim como Paulo que caminhou por Atenas estudando a quem as pessoas adoravam, necessitamos estudar nossa comunidade. Temos de nos misturar e descobrir o que é mais importante na vida das pessoas. O que consideram sagrado? O que consideram importante? Em que áreas passam por sofrimento e dor? Quais são as necessidades – física, social, emocional ou espiritual – que possuem? Qual a melhor forma de nos conectarmos a seus interesses e necessidades?

No evangelismo tradicional isso não ocorrerá. Este é um compromisso de longo prazo e enraizado para conectar-se holisticamente com as pessoas – seguindo nas pegadas de Jesus.

6. Viver a mensagem
Os Centros de Influência provêem oportunidade para demonstrar o cristi-anismo – não apenas falar dele – mostrando como ele é na prática. “O cristão bondoso, cortês, é o mais poderoso argumento que se pode apre-sentar em favor do cristianismo”, escreve Ellen White. Ela acrescenta: “Se se empregasse menos tempo a pregar sermões, e mais fosse dedicado a serviço pessoal, maiores seriam os resultados que se veriam.”

7. Tratar as pessoas com respeito e bondade
Os obreiros dos Centros de Influência não verão as pessoas nas comunida-des em termos de “alvos” de batismo ou como meras estatísticas, mas co-mo irmãos e irmãs a quem Jesus nos chamou para amar e cuidar. Quando Jesus via as multidões, olhava-as com compaixão (Mateus 9:36). Ele nos pede para fazermos o mesmo. “O Senhor requer que reconheçamos os direitos de todos os homens”, diz Ellen White. “Todos têm de ser tratados fina e delicadamente, como filhos e filhas de Deus.” Os ministros necessitam “cultivar aquela rara cortesia cristã que os tornaria bondosos e cheios de consideração para com as al-mas ao seu cuidado.”

8. Não criticar
Os obreiros nos Centros de Influência irão se concentrar no positivo, no que edifica, não no que rebaixa. “[…] mas, se tentardes enfrentá-la com ar-gumentos, haveis unicamente de multiplicá-la, o que não podeis permitir”, diz a Sra. White. “Apegai-vos à afirmativa.”

9. Trabalhar pessoalmente nos pequenos grupos com as famílias
Ellen White diz aos pastores que fazer discursos, sermões e outras pales-tras não são a única forma de evangelizar. “A melhor obra que podeis fa-zer é ensinar, educar”, ela afirma. “Onde quer que se vos depare uma oportunidade de assim fazer, sentai-vos com alguma família, e deixai que vos façam perguntas. Respondei-lhes então pacientemente, humildemen-te.”

APRESENTAR JESUS ÀS FAMÍLIAS, NOS LARES, NOS PEQUENOS GRUPOS, SEMPRE TEM MAIS SUCESSO DO QUE APRESENTAR SERMÕES ÀS MULTIDÕES NOS AUDITÓRIOS OU IGREJAS.

A Sra. White também destaca o método de ensino de Jesus a Seus discípu-los, ao estabelecer pequenos grupos para estudar a Bíblia em uma atmosfe-ra “não convencional”. Grupos que enfoquem temas espirituais irão, na-turalmente surgir dos Centros de Influência.

10. Seguir o método de Cristo
Ellen White diz que unicamente os métodos de Cristo trarão êxito. Ela resume esses métodos em cinco passos.

A. Misturar-se com as pessoas: Os Centros de Influência nos colocam no meio de onde as pessoas vivem. A literatura, o evangelismo público, o rádio, TV e a Internet podem desempenhar papel vital na missão da igreja. Mas eles podem apenas apoiar, nunca substituir o ministério pessoal ao se misturar com as pessoas. Em Mateus 8 e 9 vemos que Jesus tocou cinco pessoas, incluindo o leproso (que, conforme a lei judaica, tornou Jesus ritualmente impuro). Os obreiros nos Centros de Influência devem estar preparados para saírem de sua zona de conforto e estabelecer relacionamentos com pessoas diferentes deles e a quem não seriam naturalmente atraídos.

B. Mostrar simpatia: “Vós vos deveis aproximar daqueles em favor de quem trabalhais”, diz Ellen White, “não somente para que vos ouçam a voz, mas vos apertem a mão, conheçam os vossos princípios, sintam vossa simpatia.”

C. Ministrar às necessidades das pessoas: Essas necessidades variarão de lugar para lu-gar. Pode ir de prover algo para comer a algumas pessoas, à oração e aconselhamento para os divorciados ou enlutados ou apenas aos que se sentem muito sós. Algum tipo de ministério da saúde quase sempre servirá para conectar as pessoas. Ellen White dizia que o ministério da saúde é o “braço direito” da mensagem, e disse que Jesus passou mais tempo ministrando aos enfermos do que pregando. Ela afirma que necessitamos ajudar o pobre, cuidar do enfermo e confortar o triste e enlutado.

D. Conquistar a confiança das pessoas: Ao nos misturarmos, mostrar simpatia e minis-trarmos às necessidades, mostramos que nos importamos. Naturalmente, esperamos e oramos para que o Espírito Santo toque o coração delas e as leve ao pleno compro-misso para com Ele. Mas nosso cuidado e amor não depende de se elas aceitarão a Je-sus. Quando mostramos às pessoas que nossa atenção é desinteressada, estabelecemos a confiança.

E. Convidá-las a seguirem a Jesus: Isso não é um tipo de ação artificial onde estivemos seduzindo as pessoas com os primeiros quatro passos e agora as pescamos e as pren-demos. Isso decorre naturalmente dos primeiros quatro passos. Em países “fechados” ao cristianismo, isso deve ser feito com cuidado e discrição. Mas quando as pessoas começam a nos perguntar a respeito de nossa motivação, e por que vivemos da forma que o fazemos, será a coisa mais natural do mundo começar a falar da Fonte de nosso compromisso espiritual.

 

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